Estudos

Desafios da Gestão Estadual 2017

16 de setembro de 2017
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Estamos divulgando a 3ª Edição dos “Desafios da Gestão Estadual”, um ano após a edição anterior (Setembro, 2016). Uma prática do nosso compromisso de contribuir para a melhoria da gestão pública brasileira. E com uma boa notícia: a partir de 2018 o DGE será atualizado ‘em tempo real’ à medida em que cada um dos indicadores que monitoramos também o sejam.

As evidências hoje reunidas já indicam uma descontinuidade estrutural no contexto histórico do mandato dos atuais governadores (2015-2018): pela primeira vez na nossa história, terminarão os seus mandatos com uma economia nacional menor e pior do que no seu começo – uma queda média estimada em 1,3% do PIB a.a. nesse período. E mais: tendo que conviver, desde o 1º dia de governo, com uma crise política, de corrosão de valores e de exasperação social sem precedentes e que parece não ter fim.

E este DGE começa justamente a mostrar os indícios na deterioração na performance de vários estados nas dimensões social, econômica, administrativa ou fiscal. Além disso, confirma a profunda mudança estrutural que ocorre na administração pública brasileira: o fim de um ciclo de abundância de recursos públicos e de forte expansão do Estado.

Como destacamos no DGE anterior, doravante, e por muitos anos, o estado brasileiro conviverá com acentuada escassez de recursos e fortes pressões sociais para fazer mais e melhor com menos dinheiro. E com muito mais transparência e capacidade de prestar contas. Esse é o ‘novo normal’.

Neste novo contexto, quais opções estratégicas se colocam atualmente para os governadores, os executivos e as lideranças públicas estaduais?

Há quatro cenários possíveis, resultantes da combinação capacidade de entrega de serviços e obras com a solvência financeira e o equilíbrio fiscal do estado. Mas só um deles nos aponta uma estratégia vencedora: INOVAR E FAZER DIFERENTE.

Para a Macroplan, fazer diferente na gestão estadual, neste contexto adverso e desafiante, significa:

  1. Enfatizar a orientação do Governo para os fins
  2. Ampliar receitas sem aumentar impostos
  3. Melhorar a entrega de resultados e a qualidade do gasto público
  4. Profissionalizar a gestão e
  5. Investir na digitalização e comunicação do governo com a sociedade

Tudo isso alicerçado por um novo padrão de governança pública, mais aberto, intenso e compartilhado com os atores políticos, econômico e sociais.

Com base na experiência que acumulamos, desdobramos esta agenda em 25 (vinte e cinco) estratégias de ação que, juntamente com as informações e análises contidas nesta edição do DGE, podem se constituir em mapa e instrumentos de “navegação” muito úteis aos líderes, formuladores, gestores, executores e avaliadores de políticas públicas estaduais para fazer esta travessia desafiadora e melhorar a performance dos Governos em benefício dos cidadãos de nosso país.

Boa leitura!