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País não escapa de fechar ano em recessão

Para economistas Temer pode até mudar expectativas, mas ajuste será recessivo

Com Dilma Rousseff ou Michel Temer na Presidência da República, a economia brasileira sofrerá. As previsões para o Produto Interno Bruto (PIB) são de que o Brasil vai ter um novo ano de recessão, independentemente do cenário político que se desenha a partir de hoje.

Por ora, as previsões iniciais mostram que a queda na economia de e ser mais branda se o PMDB chegar ao poder. A Macroplan, que consolidou projeções de uma dezena de consultorias e ouviu analistas e especialistas de diferentes correntes, sintetiza a perspectiva atual: “Para a maioria haverá alivio se Dilma sair e deterioração se ela ficar, mas ninguém tem a ilusão de que a economia via se recuperar facilmente”, diz Claudio Porto, presidente da Macroplan.

A vantagem com Temer, acreditam, é iniciar um processo de retomada da confiança na economia brasileira. “A melhora na confiança será relativamente rápida”, afirma Sérgio Vale, economista-chefe da MB Associados.

No conjunto de ações esperadas de Temer estão a aceleração do programa de concessões em infraestrutura e o maior controle dos gastos públicos. “Um lado da história (do ajuste do Temer) é recessivo: é aumento de imposto e corte de gasto”, afirma Alessandra Ribeiro, economista e sócia da Tendências Consultoria Integrada.

No caso da presidente Dilma Rousseff sobreviver à votação na Câmara dos Deputados, o receio dos analistas é que ela possa fazer uma guinada para a esquerda na política econômica como forma de responder ao apoio dos movimentos socais durante o processo de impeachment.

O cenário de uma mudança brusca na economia não é um consenso. Uma parte dos economistas acredita que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve surgir como a força principal do governo Dilma e comandar a repactuação com partidos de centro para colocar em prática uma política econômica bastante parecida com a adotada em seu primeiro mandato.

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Com Dilma ou com Temer, ajuste da economia será duro

Para analistas, estrago é extenso e profundo e não será fácil colocar o país nos trilhos

A polarização que se acirrou na arena política, nos últimos dias, não se reproduz na seara econômica.

Apesar de os especialistas visualizarem cenários completamente distintos a partir do impeachment, há praticamente um consenso: oestrago na economia é extenso e profundo e não há ajuste fácil para nenhum dos dois lados que se dividem no impeachment, previsto para ser votado na Câmara neste domingo (17/04).

O economista Nelson Marconi, coordenador executivo do Fórum de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV), define a situação.

Quer seja com a permanência da presidente Dilma Rousseff no comando do país ou com uma eventual chegada do hoje vice Michel Temer, a retomada do crescimento só será viável pelo duro caminho de reformas que precisam de aprovação do Congresso.

“E é o Congresso que está aí, né? É preciso ver quem tem uma capacidade maior de articulação para fazer essas reformas”, diz.

O Congresso assumiu um papel de responsabilidade na economia brasileira pela vasta lista de desequilíbrios macroeconômicos que precisam de reformas e apoio dos parlamentares para serem corrigidos.

No topo da preocupação está a questão fiscal. Este ano, o relatório Prisma, pesquisa realizada pelo Ministério da Fazenda com bancos, corretoras e consultorias, projeta um rombo fiscal do governo central de R$ 100,4 bilhões.

Com Dilma ou Temer na Presidência da República, será preciso muita negociação com os parlamentares para desenrolar o nó político do país e, consequentemente, destravar a economia.

“Em relação ao Congresso, eu sou muito cético”, diz Samuel Pessôa, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da FGV. “É preciso esperar para ver.”

As previsões para o Produto Interno Bruto (PIB) são de que o Brasil vai ter um novo ano de recessão, independentemente do cenário político que se desenhe a partir deste domingo.

Por ora, as previsões iniciais mostram que a queda na economia deve ser mais branda se o PMDB chegar ao poder.

A Macroplan, que consolidou projeções de uma dezenas de consultorias e ouviu analistas e especialistas de diferentes correntes, sintetiza a perspectiva atual:

“Para a maioria, haverá alívio se Dilma sair e deterioração se ela ficar, mas ninguém tem a ilusão de que a economia vai ser recuperar facilmente”, diz Claudio Porto, presidente da Macroplan.

A vantagem, com Temer, acreditam, é iniciar um processo de retomada da confiança na economia brasileira.

“A melhora na confiança será relativamente rápida”, afirma Sergio Vale, economista-chefe de MB Associados.

No conjunto de ações esperadas de Temer estão a aceleração do programa de concessões em infraestrutura e o maior controle dos gastos públicos.

“Um lado da história (do ajuste do Temer) é recessivo: é aumento de imposto e corte de gasto”, afirma Alessandra Ribeiro, economista e sócia da Tendências Consultoria Integrada.

No caso de a presidente Dilma Rousseff sobreviver à votação na Câmara dos Deputados, o receio dos analistas é que ela possa fazer uma guinada para a esquerda na política econômica como forma de responder ao apoio dos movimentos sociais durante o processo de impeachment.

O cenário de uma mudança brusca na economia não é um consenso.

Uma parte dos economistas acredita que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve surgir como a força principal do governo Dilma e comandar um repactuação com partidos de centro para colocar em prática uma política econômica bastante parecida com a adotada em seu primeiro mandato.

 

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Em Ebulição

O parecer do relator Jovair Arantes (PTB), favorável ao impeachment de Dilma Roussef, pode ser chamado de qualquer coisa pelo governo, mas foi perspicaz. Considerou as questões jurídicas e as pedaladas fiscais, descartou uma das imputações e citou o ambiente de recessão e de desemprego em que a questão – essencialmente política – se desenvolve.

Sendo assim, o parecer virou senha para pressionar os partidos, atrair apoios e convencer os que são, ou se dizem, indecisos. O presidente do PP, Ciro Nogueira, anuncia que o partido é contra o impeachment, mas o racha interno não deixa nada a deverão do PMDB e pode ser bem ilustrado por Paulo Maluf. Antes contra, agora ele se diz a favor do afastamento de Dilma, indignado com a imoralidade da compra de votos pelo governo. A gente bem poderia dormir sem essa…

O pequeno PV, que abriga o deputado Sarney Filho, caçula do ex-presidente José Sarney, um dos próceres do PMDB, vai votar contra Dilma. A forte e suprapartidária bancada evangélica também. No PMDB, o senador Romero Jucá assume a presidência pronto para os embates com o governo e com a ala governista. Ele tem dois trunfos: a tribuna do Senado a qualquer momento e o fato de ter votado contra Dilma e a favor do tucano Aécio Neves em 2014. De incoerência, não pode ser acusado.

“O processo (de impeachment) está em aberto. Não há vencedor ainda. É um processo em ebulição nos partidos, na sociedade e nos poderes da República”, disse ele ontem, depois de enviar para o Conselho de Ética do PMDB os pedidos regionais de expulsão dos que insistem em se manter ministros. Pensa, ainda, em fechar questão a favor do impeachment. Ou seja: os pemedebistas que votarem contra estarão sujeitos a sanções.

Fora do Congresso, mas nem tanto, a Confederação Nacional da Agricultura e a Sociedade Rural Brasileira divulgaram notas apoiando o afastamento da presidente. Não fosse por outra coisa, porque não digeriram os palanques de Dilma no Planalto, aquiescendo quando militantes rurais ameaçaram invadir fazendas caso ela caia. Detalhe: a presidente licenciada da CNA é Katia Abreu, ministra da Agricultura e amiga de Dilma.

Esse movimento do setor ruralista  vai ao encontro do que a consultoria Macroplan apurou, de 28 a 31 de março, com 60 empresários , executivos, gestores públicos, economistas, cientistas políticos e jornalistas: para 61%, Dilma sofrerá impeachment ainda neste ano. Além disso, 14% acreditam em cassação pelo TSE, 14% que Lula possa repactuar o governo, 7% que Dilma ficará e a economia continuará a afundar. Do total, 4% ainda creem na renúncia.

Em Brasília, ninguém sabe com certeza o que vai acontecer, mas todo mundo sabe que alguma coisa tem de acontecer. Impeachmente ou não, cassação da chapa Dilma-Temer bo TSE, antecipação das eleições…Quem tem tanta alternativa é porque, talvez, não tenha nenhuma. Ou só tenha, de fato, uma: o impeachment.

Os defensores dessa atese acreditam que a economia, a Lava Jato e as delações sobre as campanhas de Dilma têm um efeito direto no eleitor. Logo, no voto do parlamentar sobre o impeachment. Como diz Jucá, refletindo um temor generalizado: “Sem impeachment, o dia seguinte não será de vitória do governo e de Dilma, mas um estouro do mercado, com o agravamento de uma situação na economia que já é dramática e se agrava com grande velocidade”. Quem haverá de discordar?

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Planejamento Estratégico do Sistema FIEC em nova etapa

O Planejamento Estratégico do Sistema FIEC avança mais uma importante etapa: a da implementação. O trabalho, coordenado pela Macroplan, já construiu uma visão integrada de atuação de todas as entidades que compõem o Sistema – SESI, SENAI, IEL, e CIN – de modo a garantir uma ação sinérgica e alinhada entre elas.

Nesta nova etapa, realizada entre os meses de outubro e dezembro de 2015, o projeto teve quatro importantes desafios: definir métricas de desempenho para os objetivos do mapa estratégico do Sistema FIEC, estruturar uma carteira de projetos estratégicos, implantar um escritório de projetos (PMO) e desenvolver nas equipes competências e capacidades críticas ao processo de monitoramento estratégico.

Atenta a esses desafios, a equipe da Macroplan desenvolveu um modelo de monitoramento para acompanhar o andamento da carteira de projetos e avaliar o desempenho de cada entidade do Sistema, por meio de indicadores e metas. Para atuar em rede, também foi implantado um escritório de projetos (PMO) para operar como centro de apoio, no qual as informações referentes aos prazos, custos e resultados da carteira encontram-se centralizadas e facilmente disponíveis, de modo a auxiliar no suporte à tomada de decisão no nível estratégico. “Ao atuar na superação de riscos e restrições de alto impacto para a execução da carteira, o PMO garante o alinhamento da carteira à estratégia corporativa”, explica Tobias Albuquerque, gerente do projeto.

Segundo o gerente, ter uma fase de implementação da estratégia bem-sucedida é fundamental para transformar as intenções planejadas em ações e resultados concretos. “Ao longo dos anos, a Macroplan acabou acumulando uma experiência considerável na implantação de estruturas gerenciais especialmente designadas para apoiar a tomada de decisão no nível estratégico, seja no âmbito governamental ou privado. A orientação por negócios, juntamente com o novo modelo de gestão estratégica, constitui inovações importantes para o Sistema FIEC.”

CASE: conheça a metodologia aplicada no trabalho com a FIEC

ARTIGO: PMO estratégico de alto impacto

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Campina Grande lança Plano Estratégico de Desenvolvimento 2035

A cidade de Campina Grande (PB) lançou, em janeiro, o seu Plano Estratégico de Desenvolvimento. Chamado de Campina Grande 2035, o plano construído para orientar o desenvolvimento da cidade e de municípios de seu entorno (Boa Vista, Fagundes, Lagoa Seca, Massaranduba e Queimadas) nos próximos 20 anos.

Concebido como uma ‘produção coletiva’, a construção do Plano, que contará com o apoio metodológico da Macroplan, será conduzida por um comitê gestor multisetorial, composto por entidades de classe, representantes do poder público e da iniciativa privada.

Todos esses atores sociais compõem o Comitê Gestor e estarão envolvidos na supervisão do Plano, que se divide em três etapas, como mostra a imagem ao lado.

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Desafios e oportunidades do Planejamento com cenários prospectivos

Planejar as ações futuras de uma empresa e conduzi-la ao crescimento no longo prazo exige decisões cada vez mais complexas e desafiadoras para executivos e líderes empresariais. Diante de incertezas políticas, econômicas e setoriais — nacionais ou internacionais –, as empresas devem estar preparadas para antecipar e enfrentar rupturas, além de lidar com eventos não previstos. E é por isso que o método de Planejamento Estratégico com base em Cenários Prospectivos tem ganhado força no Brasil e atraído empresas de diversos segmentos. Para entender melhor esse método, entrevistamos a Andrea Belfort, consultora Sênior da Macroplan. Confira:

1. Qual a principal diferença entre os dois métodos: o planejamento com base em cenários e o tradicional? 

Andrea Belfort: Os dois métodos analisam o ambiente externo à organização. No entanto, o Planejamento sob cenários o faz, construindo hipóteses que permitem desenhar futuros alternativos plausíveis, possibilitando às empresas se prepararem para lidar com diversas possibilidades. É importante ressaltar que, em um mundo cada vez mais incerto, no qual a descontinuidade é o ‘novo normal’, está cada vez mais arriscado tomar decisões com base em uma única configuração de futuro, como é feito no planejamento estratégico tradicional. Ignorar as diversas possibilidades, sem ao menos avaliar seus riscos, torna a escolha estratégica mais simples, porém bem mais perigosa. ‘É quase um salto sem rede de proteção’.

2. Para fazer esse tipo de planejamento, quais são as etapas de trabalho? Em linhas gerais, pois acredito que depende de cada caso.

Andreá Belfort: Em linhas gerais, são sete etapas que compõem o Planejamento Estratégico sob cenários: 1º análise retrospectiva e da situação atual, 2º mapeamento de tendências e incertezas, 3º construção de cenários alternativos, 4º análise das potencialidades e vulnerabilidades da empresa, 5º desenho da Estratégiaem face dos cenários e considerando a análise interna, 6º desdobramento da Estratégia em metas, projetos e ações, 7º elaboração, execução e controle dos planos de ação. Ao longo do tempo, é realizado o monitoramento das incertezas do ambiente, dos cenários elaborados e da evolução da estratégia da empresa para antecipar mudanças e redirecionar os rumos se necessário.

3. Comparando os dois métodos, qual o principal ganho de quem opta pelo Planejamento sob cenários?

Andrea Belfort: Um dos grandes diferenciais do Planejamento Estratégico sob cenários é considerar a incerteza do ambiente externo, buscar compreendê-la e administrá-la na medida do possível, de forma a antecipar ameaças e oportunidades para os negócios e para a atuação da empresa e, assim, fazer escolhas mais inovadoras e sintonizadas com o futuro. Com isso, a organização pode ganhar muito em competitividade.

4. Esse planejamento se aplica a qualquer tipo de organização? Em quais casos é melhor indicado?

Andrea Belfort: Esse método pode ser aplicável a qualquer tipo de organização, seja uma empresa em um ambiente competitivo, seja uma instituição pública ou um governo. As diferenças residem em geral na escolha estratégica a ser feita sob cenários. Os governos, por exemplo, utilizam o melhor cenário para balizar a construção do futuro desejado, desenvolvendo, em seguida, estratégias para a construção desse futuro no longo prazo. Já as empresas geralmente optam por apostar em um cenário mais favorável, ou um cenário com maior probabilidade de ocorrência, ou ainda não apostar em nenhum deles, traçando estratégias robustas o suficiente para navegar em qualquer cenário. 

5. No caso da Macroplan, existe algum trabalho diferenciado nesse tipo de planejamento?

Andrea Belfort: A Macroplan tem uma metodologia customizada e amplamente testada na construção de cenários e no planejamento estratégico sob cenários, já tendo realizado mais de 80 análises prospectivas e construção de cenários no Brasil para 28 clientes em diferentes setores, como economia, energia, governo, indústria, agronegócio e farmacêutico, entre outros. Para isso, conta com uma equipe multidisciplinar de diferentes áreas para o desenvolvimento do trabalho.

6. Para realizar esse tipo de serviço, qual é o perfil de equipe necessário?

Andrea Belfort: A equipe deve ser o mais multidisciplinar possível. A abordagem de cenários ressalta as incertezas e hipóteses distintas sobre os comportamentos destas variáveis no futuro. Sua riqueza está em explorar as divergências de forma a expandir os modelos mentais dos decisores. Portanto, requer que todos os aspectos sejam avaliados sob diversas perspectivas, e será melhor desenvolvido se puder contar com profissionais de diversas áreas, sejam economistas, engenheiros, administradores ou sociólogos, antropólogos e cientistas políticos. Muitas vezes, é necessário agregar especialistas com conhecimento aprofundado dos diversos segmentos estudados para a construção de cenários. Além disso, é essencial que essa equipe esteja aberta ao desconhecido, a explorar novas formas e possibilidades de analisar qualquer fenômeno. Ou seja, é preciso ter ‘mente aberta para pensar fora da caixa’.

 
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Equipe de Planejamento e diretor da Macroplan reúnem-se para discutir Plano Estratégico

Em reunião realizada na tarde desta segunda-feira, 1º de fevereiro, o secretário de Obras e Planejamento, André Agra, juntamente com sua equipe técnica de planejamento, recebeu Cláudio Porto, Diretor da empresa Macroplan, empresa responsável pela elaboração do Plano Estratégico de Desenvolvimento de Campina Grande nos próximos 20 anos (PED?CG 2035).

O objetivo foi discutir alguns pontos importantes do atual cenário campinense, que devem sem explorados no Plano de Desenvolvimento e estabelecer o Núcleo de apoio ao Planejamento Estratégico da cidade de Campina Grande e entorno.

A reunião contou também com a presença do Secretário de Desenvolvimento do município, Luiz Alberto Leite, da Gerente de Transportes, Araci Brasil e de engenheiros e arquitetos da Secretaria de Planejamento e do Comitê Técnico de Mobilidade Urbana de Campina Grande.

?Queremos ouvir a opinião de pessoas importantes para a cidade. Então, estamos reunidos aqui para levantar os principais pontos a serem abordados no Plano, para podermos consultar outras pessoas já com o direcionamento ideal?, explicou Cláudio Porto.

Alguns pontos importantes que foram observados pela equipe foram: as vocações estratégicas da cidade, econômicas, culturais e relacionadas à Ciência e Tecnologia, uso e ocupação do solo, projetos estruturantes, questão dos transportes públicos coletivos e individuais, como ônibus, táxis e mototáxis, que precisam ser melhorados; o desenho da visão de futuro da cidade.

Neste ponto, a equipe da Secretaria de Planejamento já está adiantada, com a revisão do Plano Diretor e a nova proposta de divisão de bairros da cidade, acompanhando a atual expansão do desenvolvimento urbano da cidade; e os bairros considerados mais perigosos da cidade nos quesitos criminalidade e alagamentos em épocas de chuva.

De olho no que já está sendo implantado na cidade, foram pontuadas também as obras da Alça Leste, do Plano de Mobilidade Urbana, do projeto para o plano cicloviário e de padronização das calçadas do município. Além disso, destacou-se a nova vertente aeronáutica que tem se expandido na cidade, com a chegada da fábrica de aviões e do curso superior de Ciências Aeronáuticas da Facisa, além do aeroclube instalado em São José da Mata e da idéia de se criar um pólo de manutenção de aeronaves.

?Eu acredito que nesses próximos 20 anos, Campina Grande estará entre as 50 melhores cidades brasileiras?, destacou o Diretor da Macroplan. A previsão é de que o Plano de Estratégico de Desenvolvimento seja entregue totalmente finalizado em novembro deste ano.

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Em busca do futuro

A Macroplan, empresa de consultoria especializada em estratégia e cenários de longo prazo, em estudos para a atualização das análises para o Brasil 2016-2035, identificou e delineou ‘fatos portadores de futuro’ –  eventos ou processos em fase de amadurecimento no país, que carregam consigo o germe de mudanças significativas.

A tentativa é superar o pessimismo e a falta de perspectivas que predominam hoje, embaçando a visão de longo prazo e encurtando os horizontes de análise, na opinião do economista Claudio Porto, presidente da empresa. A convicção de Porto é que existem pelo menos dois fatos ou processos portadores de novos e melhores padrões no futuro, o que seria o ?novo normal? brasileiro.

O primeiro é o fim da impunidade dos poderosos, como consequência, principalmente, da operação ‘Lava Jato’, que teve sua gênese no ‘Mensalão’. O segundo é o esgotamento da expansão do estado brasileiro, instituído na Constituição de 1988 e que, hoje, dá sinais evidentes de exaustão com a explosão do endividamento público e o colapso financeiro e operacional de vários Estados da Federação.

Três outros fatores, de acordo com a Macroplan, explicam o elevado poder de influência e transformação da ‘Lava Jato’: (1) a competência e independência dos policiais, procuradores e juízes nela envolvidos, e que, na primeira instância, operam com modernos métodos de investigação e comprovação; (2) a capacidade de comunicação e a grande repercussão social das operações que é amplificada por todas as mídias; e (3) o amplo apoio da opinião pública.

O novo padrão de comportamento e desempenho induz à busca da mesma performance por operações semelhantes, como a ‘Zelotes’ e ‘Acrônimo’, produzindo-se assim uma saudável pressão por resultados.  Além disso, é sintomático o fato de que o tema corrupção no país hoje está situado no topo dos problemas nacionais que afligem a população.

Para Claudio Porto, se o fim da impunidade dos poderosos passar a fazer parte do ?novo normal? brasileiro, isto implicará o robustecimento das instituições, uma melhoria imediata no ambiente de negócios e, mais adiante, uma mudança, para melhor, nos padrões do capitalismo e do sistema político do país.

Com relação ao tamanho do Estado brasileiro, a Macroplan ressalta análise dos economistas Mansueto Almeida, Marcos Lisboa e Samuel Pessoa demonstraram recentemente que a atual trajetória de aumento dos gastos públicos do Brasil é insustentável e exigirá um ajuste maior, sob risco de um desastre econômico.

A carga tributária, revelam, passou de cerca de 25% do PIB em 1991 para mais de 35% em 2014. Nesse período, a renda real do país cresceu 103%, enquanto a receita de impostos cresceu quase 184%. 

Os economistas destacam que nos últimos 23 anos o setor público apropriou-se de 45% do crescimento da renda nacional para financiar seus gastos – uma impressionante elevação dos gastos anuais de quase R$500 bilhões, entre 1991 e 2014, que não resultou em equivalente melhora na qualidade das políticas públicas, como em saúde e em educação. 

E o aumento previsto dos gastos públicos anuais até 2030 requereria uma nova CPMF a cada governo. As despesas públicas anuais serão R$ 300 bilhões maiores em 2030, o que representa uma elevação de R$ 20 bilhões por ano. Mansueto, Lisboa e Pessoa ressaltam que nos últimos quatro anos, a receita recorrente cresceu apenas 1,5% ao ano, enquanto a despesa do governo central manteve ritmo acelerado de crescimento, de 5,4% acima da inflação.

Como consequência, o país entrou em uma rota de crescente endividamento público, cuja trajetória se revela explosiva: a dívida bruta provavelmente alcançará 80% do PIB até 2018. A menos que uma agenda extensa de reformas seja iniciada, com a reversão da trajetória de aumento do gasto público, o Brasil estará condenado, a uma longa estagnação.

Na visão do economista Claudio Porto, da Macroplan, contudo, o ajuste do Estado brasileiro é inevitável. Um dos sinais mais promissores é o Pacto pela Reforma do Estado, articulado pelo Movimento Brasil Competitivo que reúne 14 governadores estaduais e lideranças empresariais. 

A Macroplan destaca ainda que alguns Estados começam a preparar projetos de Lei de Responsabilidade Fiscal Estadual e tomam iniciativas para realizar ampla revisão de benefícios concedidos a grupos cada vez maiores de pensionistas, além de estabelecer tetos de gastos em todos os poderes.

Deste modo, na conclusão da Macroplan, estará posta uma saudável pressão sobre o Governo Federal e o Congresso Nacional para que finalmente façam andar a agenda de reformas antes que a crise as imponha em um cenário de emergência.

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Romero classifica Plano Estratégico como um marco para o progresso de Campina Grande

A noite dessa quinta-feira, 28 de janeiro de 2016, ficará marcada como um divisor de águas no processo de desenvolvimento de Campina Grande.

É essa a conclusão do prefeito Romero Rodrigues, outras autoridades políticas e das principais lideranças empresariais e industriais da cidade, que estiveram no auditório da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (Fiep) para a assinatura do termo de lançamento do Plano Estratégico de Desenvolvimento (PED-CG 2035) para os próximos 20 anos do município.

Concebido como uma ‘produção coletiva’ e não apenas da atual gestão, o planejamento a ser elaborado pela empresa Macroplan nos próximos meses vai reger o progresso campinense nas mais diversas áreas, como educação, saúde e economia.

“Hoje em dia ninguém pode governar uma cidade como Campina Grande e toda essa região sem um bússola. E quando o prefeito Romero nos procurou para assinarmos um convênio em que a Federação seria responsável absoluta pela realização do plano, nós ficamos encantados com a ideia. Ao avaliar o desafio, vimos o quão importante era para a cidade e aceitamos”?, discursou Francisco ‘Buega’ Gadelha, presidente da Fiep, enaltecendo a iniciativa da Prefeitura Municipal.

Antes, foi assinado o convênio entre a Federação e empresa Macroplan, representada pelo presidente Claudio Porto.

O Conselho Gestor do Plano Estratégico de Desenvolvimento será presidido pelo engenheiro Renato Castro Lago, da Sinduscon-PB.

Além da presença da Prefeitura, a comissão será integrada ainda por representantes da AACG, CDL, Sebrae, IFPB, Sudene, Famup e Governo do Estado.

Agradecido pela deferência das autoridades presentes, o prefeito Romero Rodrigues se mostrou entusiasmado com o PED-CG 2035. Ele destacou que, apesar de não ter recebido a cidade com um planejamento estratégico de desenvolvimento, a gestão tem conseguido se antecipar ao plano formalizado nesta quinta-feira.

Isto porque, prosseguiu o gestor, a cidade vem desenvolvendo planos de mobilidade urbana, resíduos sólidos e saneamento básico, investindo na Educação e na Saúde, com a compra do Pedro I e a municipalização do Hospital Dr. Edgley, além do advento Complexo Aluízio Campos, onde estão em execução as obras do maior conjunto habitacional em construção do Brasil.

“Ninguém, isoladamente, é mais inteligente do que a soma de todos nós. Esse planejamento não é uma mera ação administrativa do atual governo municipal. É um projeto para Campina Grande e seu povo. Temos potencial para ir bem mais longe, criando e expandindo alternativas econômicas capazes de alavancar nosso progresso. Com os pés fincados no presente e a cabeça no futuro, nós haveremos de deixar as respostas positivas desse projeto para as próximas gerações”, registrou Romero.

Além dos representantes de cada entidade integrante do Conselho Gestor do PED-CG 2035, a solenidade foi prestigiada, entre outras autoridades, pelo senador Cássio Cunha Lima, pelo deputado federal Rômulo Gouveia e os deputados estaduais Bruno Cunha Lima e Tovar Correia Lima, representando a Assembleia Legislativa.

A Macroplan, uma da melhores consultorias do país, é responsável por este tipo de estudos em cidades ou Estados do nível de Niterói (RJ), Rio de Janeiro, Espírito Santo e Rio Grande do Norte.

A empresa iniciou o trabalho de planejamento do Suape, em Recife, além de montar planos estratégicos de vários órgãos. Serão usados, assim, como parâmetros, algumas cidades do Brasil que deram certo, a exemplo de Maringá, no Paraná, que tem um padrão de vida diferente por conta de um planejamento de mais de quarenta anos.

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Encontro discute metas para Educação em Goiás

Uma reunião na Secretaria de Educação, Cultura e Esporte discutiu estratégias para melhorar a educação pública no Estado. Durante o encontro, proposto pela secretária Raquel Teixeira, os representantes da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), da Associação Goiana dos Municípios (AGM) e da Federação Goiana dos Municípios (FGM) conheceram o Programa Goiás Mais Competitivo.

Trata-se de um projeto desenvolvido pela Secretaria de Gestão e Planejamento e que tem como meta colocar Goiás entre os cinco Estados mais competitivos do Brasil. São discutidos dois aspectos na área da Educação: o acesso à Educação infantil e a elevação da qualidade do aprendizado dos alunos da rede pública.

Representantes da Consultoria Macroplan, que elaborou o diagnóstico do Goiás Mais Competitivo, apresentaram na reunião desta quarta-feira, dia 13, alguns números relacionados à Educação. Um debate entre os presentes levantou ideias e discutiu estratégias de colaboração, com intenção de alcançar os objetivos traçados pelo projeto na educação pública. Além de membros da AGM, da Undime, da FGM e da Segplan, participaram do encontro os superintendentes de Educação, Marcos das Neves, de Inteligência Pedagógica e Formação, Marcelo Jerônimo, e alguns prefeitos de Goiás.

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“Eficiência e qualidade do gasto público são urgentes” diz consultora

A crise financeira que se abateu sobre estados e municípios brasileiros acendeu o alerta para a necessidade de uma gestão mais eficiente dos recursos e investimentos públicos. A mais nova edição do estudo Desafios da Gestão Estadual, elaborado pela Macroplan, faz uma análise comparativa da performance das unidades federativas, entre 2004 e 2014, e aponta caminhos para um melhor futuro dos estados.

“A busca por maior eficiência na gestão e qualidade do gasto público não é recente, mas se tornou absolutamente urgente no momento de crise atual”, afirma a consultora da Macroplan Adriana Fontes, uma das responsáveis pelo estudo. Ela fala sobre o estudo nesta entrevista. Confira:

1) Qual é o objetivo principal do estudo?

Reunindo um conjunto de 28 indicadores finalísticos em 9 áreas, o estudo permite avaliar onde o estado está em relação aos demais e buscar caminhos para conquistar um futuro melhor. Permite identificar boas práticas e buscar soluções vivenciadas por outras Unidades da Federação que possam ser replicadas no seu estado para a melhoria da gestão pública. Por fim, ao organizar e disponibilizar informações informa à sociedade sobre a situação socioeconômica dos estados facilita a transparência e o controle social.

2) Quais foram os principais destaques de gestão pública do estudo?

Há avanços na década de 2004-2014 em quase todas as áreas, em geral, com convergência dos indicadores entre os estados. Mas as distâncias entre eles ainda são enormes e, mesmo os melhores estados na maioria das vezes se encontram em um nível de desenvolvimento aquém dos líderes da América do Sul.

A área com pior desempenho foi a segurança, onde houve piora do índice em 19 estados, sobretudo Norte, Nordeste e Centro Oeste.

Os resultados mostram os contrastes brasileiros: o Sul e Sudeste mais desenvolvido, seguido pelo Centro-Oeste, em contraposição às carências das regiões Nordeste e Norte. Os melhores estados, de acordo com o índice sintético, permanecem os mesmos no período analisado. No grupo dos estados do Norte e Nordeste, Pernambuco teve melhor desempenho relativo, ganhando 12 posições na década (da 24ª para 12ª). No sentido contrário, Sergipe teve a maior perda de posições da região da 14ª para 21ª. Na Região Norte, chama atenção o Acre e o Pará que perde 8 e 5 posições no ranking, respectivamente. 

3) Quais são as mudanças em relação à primeira edição?

Em relação ao primeiro estudo, divulgado em 2013, introduzimos um índice sintético ? o Índice dos Desafios da Gestão Estadual (IDGE) ? que consolida 28 indicadores de resultado, permitindo uma comparação geral entre todos os Estados no período de 10 anos.

Além disso, fornecemos, na nova edição, um capítulo específico para cada Unidade da Federação que inclui: (i) uma síntese da evolução do estado no índice sintético das 9 áreas de resultado (ii) destaques positivos e negativos do estado no ranking mais recente das 27 UFs; (iii) um painel comparativo das variações de posições, em relação às demais Unidades da Federação, nos 28 indicadores no período de análise; e (IV) um painel fiscal.

4) Por que  Macroplan decidiu criar um indicador específico para o estudo? De que forma isso contribui para a avaliação dos estados?

A composição dos 28 indicadores em um índice consolidado permite a comparação geral e de cada uma das 9 áreas entre as 27 Unidades da Federação. Para os gestores de políticas públicas, o índice permite avaliar onde o estado está em relação aos demais estados, até aonde poderá chegar, e buscar caminhos para conquistar um futuro melhor.

A avaliação comparativa dá indícios de movimentos positivos e negativos a serem investigados nas suas causas para direcionar a atuação pública. No entanto, qualquer análise deve considerar o contexto socioeconômico de cada estado e região e suas heterogeneidades internas.

5) Numa visão geral dos resultados, quais são os principais desafios da gestão pública brasileira?

Estamos avançando, mas ainda há muito a ser feito pois os desafios da gestão pública são enormes. A busca por maior eficiência na gestão e qualidade do gasto público não é recente, mas se tornou absolutamente urgente no momento de crise atual.

Em primeiro lugar, é preciso ter um planejamento focado no desenvolvimento de médio e longo prazos para o estado, com envolvimento da sociedade, e com estratégias integradas e territorializadas. Em segundo lugar, para enfrentar tamanho desafio, é fundamental trabalhar em parceria com os outros entes da federação, com o setor privado e com a sociedade civil. Em terceiro lugar, dadas as restrições orçamentárias atuais é preciso direcionar os esforços e recursos para ações que produzam resultado para a melhoria da qualidade de vida da população e aumento da competitividade. Para isso, monitoramento, avaliação e mapeamento de experiências exitosas são imprescindíveis. E finalmente, transparência e controle social, onde ainda temos muito a avançar no sentido de tornar mais claro os custos e benefícios de cada política.

6) De que forma o estudo pode contribuir para a evolução da gestão pública brasileira?

Os desafios da gestão pública demandam compatibilizar a acentuada escassez de recursos à necessidade de prover mais e melhores serviços. Para isso, é preciso aumentar a eficiência e efetividade das políticas públicas. É fundamental que os governos ampliem sua capacidade de desenhar políticas com maior foco e precisão, alocando adequadamente os recursos disponíveis. Organizar e disponibilizar informações é insumo fundamental para subsidiar formuladores e gestores de políticas públicas na tomada de decisão e informar a sociedade sobre a situação socioeconômica dos estados.

Avaliar o estado em relação aos outros estados da sua região ou de estados mais bem posicionados permite ao gestor público identificar boas práticas e buscar soluções vivenciadas por outras unidades da federação que possam ser replicadas no seu estado para a melhoria da gestão pública dos estados.

Acesse o estudo Desafios da Gestão Estadual

Notícias

Niterói é destaque em premiação do Sebrae

Niterói foi a grande vencedora do IX Prêmio Prefeito Empreendedor do Sebrae. A cidade foi escolhida como Melhor Projeto Estadual, principal categoria da premiação. O projeto apresentado foi “Niterói Empreendedora – Construindo a melhor cidade para se viver e ser feliz”, que implementou ações para estimular o empreendedorismo e o crescimento econômico associado ao desenvolvimento social e humano.

Elaborado e implementado com apoio da Macroplan, o projeto desenvolveu métodos para pensar a cidade a curto, médio e longo prazo. “Niterói que queremos” foi a plataforma criada para “ouvir” a população e teve profundo envolvimento com os niteroienses para ajudar a refletir, em conjunto, sobre as prioridades da cidade no presente e o que pode ser feito para melhorar o amanhã.

Foram entrevistadas 40 pessoas, entre especialistas e importantes lideranças sociais do município como empresários, representantes dos setores de educação e saúde, ativistas sociais, pessoas das áreas de esporte, imprensa, urbanismo e meio ambiente, juristas, celebridades e segurança. Além disso, foi desenvolvida pesquisa na web que teve mais de 4.500 participantes e um concurso de redação e desenho com o tema “Que Niterói você quer?”, realizado com alunos do ensino fundamental do município.

A Macroplan teve papel significativo no desenvolvimento do projeto e o levantamento realizado pela empresa em parceria com o Movimento Brasil Competitivo identificou questões prioritárias. Em um primeiro momento, a análise mostrou que os principais desafios de Niterói estão relacionados à alta densidade urbana, baixa qualidade do sistema de educação, elevado número de comunidades carentes além de problemas nos setores de saúde pública, mobilidade urbana e segurança. Após todas as informações coletadas foram traçadas estratégias e metas para que tudo o que foi discutido e reivindicado seja atendido. Em resultado a todos os estudos e levantamentos realizados, equipes do governo municipal e da Macroplan irão colaborar com o chamado Plano Estratégico para a Cidade de Niterói – Horizonte 2033. O documento deverá ter projetos e metas para curto (2016), médio (2020) e longo prazos (2033).

Com o Prêmio Prefeito Empreendedor, o Sebrae pretende reconhecer a capacidade administrativa dos gestores públicos que tenham implantado projetos com resultados comprovados, ainda que parciais, de estímulo ao surgimento e ao desenvolvimento de pequenos negócios e à modernização da gestão pública.