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Macroplan na mídia

Os estados mais e menos perigosos do Brasil

São Paulo lidera a lista de estados com as melhores taxas de segurança do Brasil. Em 10 anos, 19 estados pioraram seu desempenho no estudo

De acordo com estudo da consultoria Macroplan, São Paulo é o estado com o melhor índice de segurança do Brasil.

Para chegar a essa conclusão, e formar o ranking, a consultoria cruzou informações da taxa de homicídios com a taxa de óbitos por acidente de trânsito das 26 unidades federativas e o Distrito Federal em 2014. Quanto mais próximo de 1 for o índice do local, melhor é o seu desempenho.

Em São Paulo, que ficou com índice de 0,866, cerca de 13 pessoas são assassinadas por ano a cada grupo de 100 mil habitantes – a taxa é duas vezes menor do que a média nacional, de 29 mortes a cada cem mil.

Quem encabeça a segunda colocação no ranking dos estados mais seguros é o Amazonas, que ficou com o saldo de 0,761. O Rio Grande do Sul aparece em terceiro, com índice de 0,745.

Do outro lado, Mato Grosso foi o que recebeu o título do local mais perigoso do Brasil. A taxa de homicídio do estado está entre as 10 maiores do país: 42 mortes a cada 100 mil habitantes.

No quadro geral, boa parte dos estados brasileiros deixou a desejar. Em dez anos (2004-2014), 19 das 27 unidades da federação reduziram a sua nota no estudo. Ou seja, houve uma piora na área.

SEGURANÇA NO TRÂNSITO

O segundo indicador analisado pela consultoria revela que, por ano, 22 brasileiros em cada grupo de 100 mil morrem em acidentes de trânsito. Esse resultado, porém, não é dos melhores. O país da América do Sul com o melhor desempenho é o Chile. Por lá, a taxa de óbitos nas estradas é bem menor: 12 mortes a cada 100 mil habitantes.

O estado brasileiro que mais se aproxima da referência internacional é o Amazonas, onde a taxa é de 13 a cada grupo de cem mil. Já o Piauí, é o lugar onde a morte no trânsito é mais frequente: 40 óbitos a cada 100 mil piauienses – o dobro da taxa nacional.

Veja, no infográfico abaixo, quais são os estados mais seguros e mais perigosos do Brasil.

Macroplan na mídia

Mato Grosso do Sul é o quarto estado com maior número de mortes em acidentes

Mortes no trânsito em MS estão acima da média nacional, aponta estudo

Mato Grosso do Sul é o quarto estado do país com maior número de mortes em acidentes de trânsito, com taxa de 33 óbitos por 100 mil habitantes. Dados são de estudo da consultoria Macroplan divulgado neste mês.

Estudo, intitulado ‘Desafios da Gestão Estadual 2016’, leva em conta dados de 2014.

Conforme o relatório, Mato Grosso do Sul fica atrás apenas do Piauí (40,8), Tocantins (40,0) e Mato Grosso (37,9), no ranking de estados com maior número de mortes no trânsito. Taxa sul-mato-grossense, de 33, é maior do que a média nacional, de 22 óbitos por 100 mil habitantes.

Estudo aponta também que a proporção de rodovias pavimentadas do MS está entre as piores do país, ocupando o 23º lugar entre os 27 estados, com 43,23% das rodovias pavimentadas, o que pode ter contribuído com os acidentes.

Em relação aos homicídios, resultado é positivo. Mato Grosso do Sul ocupa a sétima posição entre os estados com menores casos, com índice de 26,4 homicídios por 100 mil habitantes.

Segundo o estudo, entre 2004 e 2014 houve redução de 7,7% na taxa de homicídios no Estado, sendo a sexta maior queda entre todas as Unidades da Federação. No ranking, MS saiu da 19ª posição para a 7ª que ocupa atualmente.

Desde 2011, taxa de homicídios por 100 mil habitantes em MS é  inferior a média nacional.

No área de segurança, foram cruzadas informações da taxa de homicídio com taxa de óbitos por acidente de trânsito. Nesse quesito, Mato Grosso do Sul é o 17º estado com melhor índice de segurança do país.

Número também é positivo na comparação da última década. Em 2004, MS ocupava o terceiro lugar entre os mais perigosos do país.

No ranking geral do estudo, São Paulo aparece como o estado mais seguro, enquanto Mato Grosso é o mais perigoso do Brasil.

Notícias

Niterói: planejamento que dá resultados

Em pouco mais de três anos trabalhando com um modelo estruturado de planejamento e gestão, Niterói (RJ) tornou-se uma referência em administração pública Municipal no Brasil. Com foco em resolutividade, o trabalho desenvolvido pela prefeitura da cidade, em parceria com o Movimento Brasil Competitivo e com a Macroplan, contou com amplo apoio da sociedade civil e da iniciatvativa privada para  mudar radicalmente o panorama do município, a partir de 2013.

O envolvimento e a visão de diferentes perfis de cidadãos e atores sociais contribuíram para a delimitação de um pacote de ações estratégicas, pensado para conduzir o desenvolvimento de Niterói até 2033.

“Na política, vemos muitas iniciativas de curto prazo. Niterói conseguiu projetar um horizonte de quatro anos. A ideia é que o plano seja perene e a carteira de projetos seja renovada quando terminar esse período desta gestão” avalia Glaucio Neves, diretor da Macroplan.

O trabalho que vem sendo desenvolvido pela Prefeitura de Niterói foi destaque na Revista Brasil Mais. Confira aqui a reportagem na íntegra

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Amazonas é o penúltimo em ranking sobre a malha da Infraestrutura dos Estados

Manaus – O Amazonas é o penúltimo Estado no ranking dos que oferecem a melhor malha de infraestrutura do País, segundo o estudo da consultoria Macroplan ‘Desafios dos Estados’, divulgado, ontem, pela revista Exame, em seu site exame.abril.com.br. São Paulo lidera a primeira posição segundo o estudo, que revela um salto no setor na última década e constata que o Brasil ainda está longe de reverter anos de atraso em infraestrutura.

A nota do Amazonas no ranking da consultoria subiu de 0,258,   para 0,462, ao longo de dez anos, mas não para tirar o Estado do penúltimo lugar. O Piauí, que em 2004 estava em último lugar, ultrapassou o Amazonas ao ganhar cinco posições, e superou até o Pará. Em 2015, o Amazonas ganhou apenas do Amapá.

O levantamento mostra que todos os cinco primeiros do ranking são Estados do Sudeste e Sul, à exceção do Distrito Federal.

Avanço

Os números da Macroplan revelam um salto no setor na última década. Em 2004, a situação era crítica em 18 Estados, que marcavam uma taxa menor ou igual a 0,548, considerada crítica pelo estudo. Em 2014, apenas cinco estavam nessa situação. Os avanços estaduais nos últimos dez anos, contudo, não foram suficientes para tirar o Brasil do quadro de atraso no setor. Segundo cálculo da consultoria InterB para o anuário Exame de infraestrutura, o País precisaria investir R$ 340 bilhões  por 20 anos seguidos para chegar a um patamar de infraestrutura semelhante ao de países como Portugal.

Para chegar ao ranking, a Macroplan levou em conta o desempenho dos Estados em seis variáveis: proporção de rodovias pavimentadas, qualidade das rodovias, acesso à internet, domicílios com pelo menos um telefone fixo/celular, número de interrupções de fornecimento de energia elétrica por ano e horas por ano que os usuários passam sem acesso à energia elétrica.

O Distrito Federal é a Unidade da Federação com mais pessoas com acesso à internet (76% acessaram a web nos últimos três meses) e posse de telefone fixo ou celular (98,9% dos domicílios têm pelo menos um aparelho do tipo). No extremo oposto, está o Maranhão, onde apenas 31.8% dos moradores afirmam que utilizaram a internet nos últimos três meses e 77,7% dos domicílios possuem celular ou telefone fixo.

Energia elétrica

São Paulo é o Estado que teve apenas quatro interrupções do fornecimento de energia elétrica em 2014 que deixaram os consumidores oito horas sem luz. No Amapá, por sua vez, foram 58 interrupções e o número de interrupções foi de 58 e 70 horas anuais sem energia.

 

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Marconi cobra resultados de secretários sobre metas do Goiás Mais Competitivo

Mesmo reconhecendo o desempenho positivo de várias secretarias, o governador Marconi Perillo (PSDB) quer mais empenho de seus auxiliares, como forma de alcançar as metas fixadas em cada pasta. Ontem, durante reunião de avaliação do andamento do Programa Goiás Mais Competitivo, ele cobrou mais agilidade nas ações.

A reunião aconteceu na Sala de Situação do Governo, no 10º andar do Palácio Pedro Ludovico Teixeira (PPLT), em Goiânia, com a participação dos secretários e executivos públicos que integram o programa.

Na avaliação do governador, o programa avançou nos últimos dez meses, destacando a diligencia e agilidade de algumas secretarias, que alcançaram os resultados previamente fixados. Mas não ele não escondeu um certo grau de insatisfações com outras pastas, mas sem citar nomes. “Há ainda pendências, mas o fato é que estou seguro de que conseguiremos alcançar as metas estabelecidas até 2018?.

Para os auxiliarem que não têm conseguido um bom desempenho na execução das tarefas, ele recomendou que se esforcem, juntamente com suas equipes, para vencer eventuais obstáculos. ?Queremos todas as secretarias num mesmo ritmo”, pontuou.

Lançado em novembro de 2015, o Goiás Mais Competitivo tem por objetivo de criar uma agenda de atuação governamental para inserir o Estado entre os mais competitivos do Brasil. Para alcançar essa meta, até 2018, a execução dos projetos e metas em todas as suas áreas finalísticas e a situação dos principais indicadores são acompanhadas por uma central, com painéis interativos e dados em tempo real.

As metas foram definidas após um diagnóstico situacional realizado pela consultoria Macroplan, acompanhada pela Secretaria de Gestão e Planejamento (Segplan). Foram analisados indicadores do Estado, sendo 77 aprofundados, principalmente das áreas de Saúde, Educação e Segurança Pública. Deste estudo, saíram 15 programas prioritários. Agora, a maioria das ações está em fase de execução pelas secretarias, autarquias e empresas que integram o Goiás Mais Competitivo. O governador vem realizando reuniões periódicas de avaliação do desempenho de cada secretaria.

Benefícios

Na reunião, o governador salientou a importância de todas as secretarias atingirem suas metas. “Se cada uma das secretarias cumprir as metas, vamos garantir maior qualidade de vida para nossa população”, disse. Marconi também destacou que vai enviar ofícios nominais nos próximos dias para as pastas que precisarem adotar novas ações ou corrigir as já definidas. “Queremos todas num mesmo compasso”, friso

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Os estados com a melhor e a pior infraestrutura do Brasil

Estudo da Macroplan revela um salto no setor na última década – mas o Brasil ainda está longe de reverter anos de atraso em infraestrutura 

São Paulo – No ranking dos estados que oferecem a melhor malha de infraestrutura do país, São Paulo lidera (com folga) a primeira posição segundo o estudo da consultoria Macroplan ‘Desafios dos Estados’.

Com 93,5% de suas rodovias pavimentadas e o melhor desempenho no setor de energia e banda larga, o estado ficou com nota 0,958 em uma escala que vai de 0 a 1 em que quanto mais perto de 1, melhor a infraestrutura em um dado local. O Rio de Janeiro, que está em segundo lugar, ficou com nota de 0,848 – mais de 100 pontos a menos que os paulistas.

Os números da Macroplan revelam um salto no setor na última década. Em 2004, a situação era crítica em 18 estados, que marcavam uma taxa menor ou igual a 0,548, considerada crítica pelo estudo. Em 2014, apenas cinco estavam nessa situação.

O caso do Rio Grande do Norte é emblemático. A nota do estado avançou cerca de 40% na última década e o tirou da zona de desempenho crítico para o pelotão dos 10 estados com os melhores indicadores de infraestrutura do país.

O estado é o único da região nordeste a figurar entre os com as melhores notas nessa área.

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CE sobe 3 posições em ranking de infraestrutura

Estado saiu do 15º lugar no País para o 12º. No Nordeste, o Ceará é o 3º, atrás do Rio Grande do Norte e da Paraíba

Em dez anos, o Ceará subiu três posições no ranking nacional de infraestrutura. Em 2004, ocupava o 15º lugar, saltado para a 12º colocação em 2014. Os dados são do estudo Desafios da Gestão Estadual (DGE), realizado pela consultoria Macroplan, especializada em cenários futuros e gestão pública. Neste quesito, o Estado é o terceiro da região Nordeste, atrás do Rio Grande do Norte (8º) e da Paraíba (11º).

Apoiado pelo Movimento Brasil Competitivo (MBC), o estudo analisa nove áreas de resultados (educação, saúde, segurança, juventude, infraestrutura, desenvolvimento econômico, desenvolvimento social, condições de vida ? e ainda a gestão fiscal) em um conjunto de 28 indicadores e de forma comparativa entre as 27 unidades da Federação.

No ranking geral, o Ceará melhorou de posição em dez indicadores analisados e tem o 15ª melhor desempenho do País. Em 2004, ocupava a 18ª posição. Dos 28 indicadores, o Estado conta com o melhor resultado em qualidade da energia, sendo o 2º colocado, atrás de São Paulo. O cálculo leva em consideração o número e as horas de interrupções no fornecimento do serviço. No quesito proporção de rodovias pavimentadas e qualidade da malha viária, o Estado é o 13º colocado do ranking nacional. Em acesso à internet e à telefonia, ocupa as 23ª e 21ª posições, respectivamente.

Em relação ao desenvolvimento econômico, de 2004 para 2014, o Ceará saltou apenas uma colocação no ranking nacional, saindo do 21º para 20º lugar, um das piores do País. No Nordeste, é o 4º, perdendo para Sergipe (16º), Pernambuco (17º) e Piauí (19º).

Nos quesitos Produto Interno Bruto (PIB) per capita, taxa de desemprego e informalidade, o Estado aparece na 23ª, 14ª e 21ª posições, respectivamente.

Estratégias

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Os Estados onde a condição de saúde é melhor no Brasil

Um estudo da consultoria Macroplan constatou que Santa Catarina, no Sul do país, é o estado brasileiro que oferece as melhores condições de saúde.

Isso se justifica com dois índices: a mais alta expectativa do país – 78,5 anos – e a menor taxa de mortalidade infantil do Brasil: a cada mil bebês nascidos vivos no estado, 10,1 morrem antes de completar 12 meses de vida. O índice considerado como aceitável pela Organização Mundial da Saúde (OMS), no entanto, é de dez mortes para cada mil nascimentos.

O ranking elaborado pela Macroplan cruzou informações da mortalidade infantil com a expectativa de vida dos 26 estados e Distrito Federal para definir uma taxa de melhores condições de saúde no país. Quanto mais próximo de 1, melhor é o desempenho do local.

Atrás de Santa Catarina, que encabeça o primeiro lugar com o índice máximo de 1,0, está o Rio Grande do Sul, com 0,931 e o Espírito Santo (ES), com 0,921.

EXPECTATIVA DE VIDA MAIS ALTA

No quadro nacional, a expectativa de vida tem avançado nos últimos anos. Em uma década (2004-2014), o brasileiro ganhou 3,5 anos a mais de vida. O Espírito Santo lidera no aumento da esperança de vida ao nascer – nesse período, os capixabas ganharam 4,6 anos a mais.

Já no ranking geral, o Distrito Federal  e Espírito Santo aparecem em segundo e terceiro lugar na lista de onde se vive mais no Brasil. Em contrapartida, os habitantes do Maranhão (MA) têm a menor expectativa de vida do país, de 70 anos.

Apesar dos avanços, a condição de saúde do Brasil ainda não é das melhores. Mesmo o nosso melhor desempenho, registrado em Santa Catarina, com 78,4 anos, fica atrás do índice da expectativa de vida no Chile, de 81,2 anos.

AS MENORES TAXAS DE MORTALIDADE INFANTIL

De 2004 para 2014, a taxa de mortalidade infantil  no Brasil foi cortada de 18,7 para 15,7 para cada mil nascidos vivos.

Concentradas majoritariamente na região Norte do país, 15 unidades da federação apresentam taxas de mortes de crianças de até 1 ano da média nacional de 12,9 óbitos para cada mil nascimentos.

Roraima apresenta os números mais alarmantes. Por lá, o índice de bebês que morrem antes do primeiro aniversário é de 20,2 para cada mil nascidos vivos – mais que o dobro do que é considerado aceitável pela OMS. No saldo de dez anos (2004-2014), o estado foi o único em todo o país que não conseguiu reduzir a proporção de óbitos nessa faixa de idade.

Veja, no infográfico, o ranking dos estados com os melhores indicadores de saúde do Brasil ( neste link: https://infogr.am/8d901969-b83e-4945-89d8-b17932b4aa3d

 

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Raio-X da década: estudo mostra os avanços e desafios em 9 áreas do Estado

Análise da consultoria Macroplan em áreas como educação, saúde e infraestrutura mostra como o Estado está no ranking nacional. Melhorou a qualificação dos jovens e a transparência do setor público. Piorou a condição das rodovias e a avaliação do ensino básico

Desafio dos gestores passa por avanço da eficiência – Especialistas defendem ainda transparência e a implantação de reformas estruturais

O estudo com os dados da década (2004-2014), da Macroplan, traz uma dimensão

dos desafios que os gestores têm pela frente, e revela um retrato capaz de ajudar os agentes públicos na definição de estratégias e tomada de decisões. Para além da necessidade de melhorar indicadores ligados à saúde, educação ou desenvolvimento social, o que os especialistas chamam a atenção é para a urgência em tornar o Estado cada vez mais eficiente e transparente.

Outros desafios que a gestão pública também não terá como escapar envolvem o baixo crescimento econômico, a implantação de reformas estruturais e a busca pela retomada sustentada do crescimento.

O presidente e fundador da Macroplan, Claudio Porto, cita a reforma da Previdência, inclusive em níveis estadual e municipal, como imprescindível. “Se isso não for feito,os Estados vão quebrar. Essa reforma não é a única, mas é a mais urgente”, alerta Porto ao citar que, mesmo Estados como Espírito Santo, que vem colhendo bons dados quando o assunto é ajuste fiscal, acabam tendo que aportar recursos bilionários na Previdência dos servidores públicos para garantir a continuidade do sistema.

O presidente da consultoria acrescenta que os gestores terão de conviver com cenário de baixo crescimento. Muito diferente do da última década, que ficou marcada por um ciclo de crescimento econômico. “Isso irá impor a necessidade de planejamento de longo prazo, a busca por melhorias na produtividade e a alocação direcionada dos recursos para evitar desperdícios”.

FERRAMENTA

Na avaliação do presidente executivo do Movimento Brasil Competitivo, Claudio Gastal, o estudo Desafios da Gestão Estadual (DGE) é uma ferramenta de apoio aos governos para priorização de políticas públicas, além de possibilitar uma análise da qualidade e produtividade do gasto. “Esse instrumento é um bem público para governadores, secretários, gestores  públicos, empresários e cidadãos. O cenário de crise é fato e é essencial que líderes tenham uma ferramenta de análise para a governança e gestão”.

O QUE FAZER ( fonte: Macroplan)

BAIXO CRESCIMENTO ECONÔMICO

– Com a escassez de recursos, a previsão é de que os próximos anos serão de baixo crescimento econômico e menor dinamismo

REFORMAS ESTRUTURAIS

– É necessário que os gestores públicos realizem reformas estruturais que impactem o tamanho e nas formas de atuação do Estado

EFICIÊNCIA E TRANSPARÊNCIA

– É urgente a definição de prioridades na aplicação de recursos, a busca pela eficiência das políticas públicas, além da transparência com a sociedade

RETOMADA DO CRESCIMENTO

– O momento requer medidas para retomada do ciclo de crescimento sustentado da economia e sua inserção competitiva global

Macroplan na mídia

Maiores avanços em 10 anos

GESTÃO – Estudo aponta educação como o setor no qual o Estado mais evoluiu. Em contraponto, precisamos gerar mais chances para o jovem

Na década de 2004 a 2014, Pernambuco viveu um salto econômico e social. Estudo da Macroplan intitulado Desafios da Gestão Estadual (DGE) aponta que o Estado avançou nos 28 indicadores pesquisados. Os principais destaques foram o Ideb do Ensino Médio e o indicador de transparência. Apesar da boa notícia, Pernambuco ainda precisa continuar avançando em muitas áreas, como no indicador de pobreza e dos jovens nem nem nem (aqueles que não trabalham, não estudam e não estão procurando emprego).

O Estudo está em sua segunda edição e traz informações sobre os 27 Estados brasileiros, com base em 28 indicadores de fontes oficiais divididas em nove áreas de resultado (educação, saúde, segurança, infraestrutura,institucional, condições de vida, desenvolvimento social, juventude e desenvolvimento econômico).

?O estudo tem um foco estrutural, comparando o presente com o passado num intervalo de dez anos. Não se trata de uma abordagem conjuntural?, explica o diretor-presidente da Macroplan, Claudio Porto. Nesse contexto, Pernambuco foi o Estado que mais subiu de posição no ranking nacional, passando da 24ª posição em 2004 para a 12ª colocação em 2014. ?Pernambuco é o Estado do Nordeste mais bem posicionado no ranking brasileiro. Creditamos isso ao efeito da continuidade administrativa e boas práticas de vários  governantes nesse período (Jarbas Vasconcelos, Mendonça Filho, Eduardo Campos e João Lyra Neto). Não é obra de um só governante?, diz. 

O economista exemplifica que o Acre teve a continuidade política dos irmãos Viana no intervalo do estudo, mas foi o Estado que caiu mais posições no Brasil (oito).

O resultado mais emblemático de Pernambuco foi a evolução do Ensino Médio. O Estado saltou da 19ª posição em 2004  para a 2ª colocação em 2015(apesar de fechar em 2014, o estudo já trouxe o Ideb do ano passado). No índice de transparência o Estado também foi destaque, ficando em segundo lugar no Brasil, atrás apenas do Espírito Santo. Na área da segurança, que vive um momento crítico atualmente, o Estado subiu da pior colocação (27ª posição) para o 17º lugar.

Falta política de inclusão para jovens

Pelo estudo Desafios da Gestão Estadual (DGE) realizado pela Macroplan, os jovens precisam estar na mira não só do governo estadual, mas também das gestões municipais, empresas e instituições. Pernambuco ocupa a terceira pior posição no ranking brasileiro quando o assunto são os jovens nem nem nem(que não trabalham, não estudam e não estão procurando emprego).Apesar de ter vivido um importante ciclo econômico nos últimos anos, no indicador de pobreza o Estado apresenta o quinto pior resultado. ?No caso dos jovens, há uma combinação de falta de oportunidade de trabalho com políticas sociais insuficientes para capturar esse jovem. Também é preciso ampliar o espectro das ações, que não devem ser localizadas mas integradas?, defende o diretor presidente da Macroplan, Claudio Porto. Pernambuco tem o 3ºmaior indicador de jovens que não trabalham, não estudam e não estão procurando emprego do País (19,2%), sendo inferior apenas aos encontrados no Amapá (19,9%) e em Alagoas (22,9%).

Crise

Para o presidente executivo do Movimento Brasil Competitivo, Claudio Gastal, o estudo é uma ferramenta de apoio aos governos para priorização de políticas públicas e benchmarks, além de possibilitar uma análise da qualidade e produtividade do gasto. ?Esse instrumento é um bem-público para governadores, secretários, gestores públicos, empresários e cidadãos. O cenário de crise é fato e é essencial que líderes tenham uma ferramenta de análise para a governança e gestão?, afirma.

Segundo Gastal, é essencial, ainda, que toda a sociedade possa acompanhar a evolução das políticas públicas.

 Na avaliação de Claudio Porto, Pernambuco vai passar bem pela crise porque se preparou nos últimos anos e conta com um ativo importante que é a capacidade de gestão. ?O Estado tem um diferencial competitivo  em relação ao Nordeste e deverá sair antes da crise porque está mais bem preparado?, defende Porto, lembrando que o a partir de 2016 o estudo será anual.

 

Notícias

Mais RN: desenvolvimento e competitividade para o Rio Grande do Norte

Oferecer um ambiente de negócios atraente no Rio Grande do Norte, com infraestrutura adequada para instalação de indústrias e multiplicação de negócios, política fiscal competitiva, instituições de qualidade e uma economia diversificada e sustentável. Esse é o obetivo central do projeto MAIS RN, que teve sua última etapa entregue no dia 03 de junho. Na ocasião, o presidente da Macroplan, Claudio Porto, apresentou como se deu a construção do trabalho.

O projeto teve início em 2013, quando a Federação das Indústrias (FIERN), o Governo Estadual e as principais lideranças e atores políticos, empresariais e da sociedade potiguar firmaram um pacto no qual se comprometeram com a Visão de Futuro 2035 proposta para o Rio Grande do Norte. Essa foi a base da elaboração da Estratégia de Desenvolvimento de Longo Prazo, que se deu em quatro grandes eixos: Empreendedorismo Potiguar e Investimentos, Ampliação e Qualificação da Infraestrutura, Estado Eficiente e Instituições de Qualidade, e Salto Educacional e do Capital Humano. Cada eixo se subdividiu em subsetores prioritários com objetivos e metas de curto, médio e longo prazos.

De 2013 até julho de 2014, a Macroplan elaborou um raio-x sobre o perfil socioeconômico do Rio Grande do Norte e identificou 403 oportunidades de negócio para o estado. A partir desse diagnóstico, foi construído o Plano Estratégico de Desenvolvimento Econômico do Rio Grande do Norte com foco em Oportunidades de Investimentos e Negócios no horizonte 2014-2035. A iniciativa partiu da Federação das Indústrias do estado (FIERN), com o apoio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Governo do Estado, que buscou a parceria da Macroplan para elaborar o Plano e orientar o bom aproveitamento sustentável das potencialidades existentes no estado do Rio Grande do Norte.

Entre os fatores potenciais para desenvolver o Rio Grande do Norte o projeto MAIS RN identificou a localização geográfica, energia renovável, reservas minerais e centros de excelência. Como gargalos o estudo aponta a carência de infraestrutura e logística e insuficiência de qualificação. “A estratégia é alavancar os ativos e neutralizar os passivos”, afirma Claudio Porto.

O projeto MAIS RN prevê diferentes ações que deverão ser implementadas ao longo dos próximos 20 anos, buscando o desenvolvimento industrial do Rio Grande do Norte e o aumento da competitividade do Estado. Entre elas: diretrizes para a elaboração da Política Industrial do Estado, implantação de uma Entidade para Atração de Investimentos, a Investe RN, Planos de Ação para dez Subsetores Produtivos, Planos de Negócio para duas oportunidades prioritárias e uma Carteira de Projetos Públicos Estruturantes de interesse do setor privado. O conjunto de oportunidades e projetos propostos aponta a necessidade de investimentos na ordem de R$ 171 biilhões até 2035.

“O desenvolvimento chega após acúmulo de investimentos”, afirmou o Diretor da Macroplan Alexandre Mattos em entrevista ao jornal Tribuna do Norte. Leia aqui a entrevista completa.

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Marconi reitera compromisso com metas de competitividade de Goiás

Goiás vai chegar a 2018 como um dos estados mais competitivos do País, reiterou hoje o governador Marconi Perillo, durante reunião de governança do Programa Goiás Mais Competitivo, na Sala de Situações do Palácio Pedro Ludovico Teixeira (PPLT), onde com auxiliares e técnicos analisou os dados atuais e as projeções e perspectivas.

“Falo isso com base na análise executiva dos resultados estratégicos que conseguimos até aqui e na confiança na equipe que temos no governo”, disse aos executivos públicos e a representantes da Consultoria Macroplan, durante reunião de cerca de 3 horas.

Marconi analisou o Ranking de Competitividade dos Estados divulgado no último mês pelo Centro de Liderança Pública (CPL), em que Goiás perdeu duas posições, e disse que este indicador não representa os esforços atuais do governo para o avanço da competitividade, já que está baseado em informações de 2014 e início de 2015. Disse também que os indicadores atuais, de 2016, são bem melhores e já coloca Goiás numa perspectiva alvissareira no posicionamento do ranking.

Desde o fim de 2015, Goiás mantém o Programa Goiás Mais Competitivo, com o objetivo de implementar uma agenda estratégica de atuação governamental, pautada em indicadores de gestão que auxiliam o governo na melhoria da qualidade de vida, da competitividade econômica e da eficiência da gestão pública.  A meta é chegar a 2018 entre os estados mais competitivos do País.

“Este desempenho captado pelo ranking do CLP representa dados de 2014 e de parte de 2015, quando ainda não tínhamos o Goiás Mais Competitivo estruturado. Também coincidem com o período em antecipamos algumas medidas diante da crise econômica que se aproximava. Com o programa em execução, acreditamos que ganharemos posições em 2017 e chegaremos a 2018 entre os Estados mais competitivos do País”, observou.

O governador ainda pediu a todos os gestores públicos maior ênfase para que os indicadores goianos sejam melhorados. Destacou ainda a implementação de uma força-tarefa para melhoria dos indicadores na área de Segurança Pública, Habitação e Meio Ambiente e afirmou que os projetos pactuados no Goiás Mais Competitivo terão recursos garantidos na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2017.

“Já alcançamos resultados positivos, como na Transparência, Saúde e Educação, mas ainda podemos avançar mais. A tendência é muito boa. A dedicação de todos é importante”, disse.

Análise

O secretário Joaquim Mesquita, que realizou uma análise histórica das últimas quatro reuniões de governança, reafirmou a tendência Goiás chegar em 2018 como um dos mais competitivos. “Tenho plena convicção que esse esforço focado e com uma carteira de projetos tão estruturada garantirá resultados extremamente positivos até 2018”, disse.

O diretor da Macroplan, Gustavo Morelli, analisou os dados alcançados pelo Estado e os a serem conquistados e disse que Goiás terá condições únicas, em todo País, de ter uma avaliação executiva de resultados, de monitorar em tempo real o andamento de suas metas, realizar uma comunicação pertinente e realizar a alocação estratégica de recursos.

Já o presidente da Empresa, Claudio Porto, destacou o pioneirismo do Estado: “Goiás é a fronteira econômica mais dinâmica do País hoje. Não conheço nenhum Estado com uma ferramenta de gestão como essa. Isso garante maior resolutibilidade para os gestores públicos”