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Macroplan na mídia

SC é o estado com melhor desenvolvimento social no país

São Paulo – Santa Catarina é o estado com melhor desenvolvimento social no país entre 2004 e 2014, revela um levantamento feito pela consultoria Macroplan com dados do IBGE.

O índice com números mais recentes, de 2015, foi divulgado pelo IBGE apenas no mês passado, então a empresa utilizou os dados disponíveis para fazer o balanço no segundo semestre deste ano.

O estado está na liderança em dois dos três indicadores que compõem o índice de desenvolvimento social: menor desigualdade e menor pobreza.

Embora não seja a unidade da federação com a maior renda per capita, Santa Catarina tem menos disparidades econômicas entre seus cidadãos e, ao mesmo tempo, tem poucas pessoas nas camadas socioeconômicas mais baixas.

Além disso, tem a terceira maior renda domiciliar per capita do país, atrás apenas do Distrito Federal e de São Paulo. Os brasilienses ganham, em média, R$ 2.061, os paulistas ficam na faixa dos R$ 1.346 per capita e os catarinenses recebem R$ 1.339.

Em um cenário em que todos os estados apresentaram melhora entre 2004 e 2014 nos indicadores de desenvolvimento social, Santa Catarina manteve a liderança porque já estava com uma média bem acima dos demais em 2004 e também porque conseguiu aumentar a renda domiciliar da população.

O estado é o terceiro com maior aumento no renda, com crescimento de R$ 513 reais entre 2004 e 2014. Ficou atrás apenas do Distrito Federal e do Mato Grosso do Sul.

Segundo uma das coordenadoras da pesquisa da Macroplan, a consultora Adriana Fontes, o sucesso de Santa Catarina tem relação com o modelo de desenvolvimento econômico implantado no estado. “No estudo, quando se observa o desenvolvimento econômico, percebe-se que lá é mais distribuído, também com maior participação de pequenas empresas, menor taxa de desemprego e menor informalidade”, explica Adriana.

Destaques

Na década, o maior destaque é o estado de Roraima, que avançou 9 posições relativas no índice – saiu do 23º e foi para 14º, em contraposição ao vizinho Amazonas, que perdeu 11 posições no mesmo período, indo de 13º para 24º.

O componente que ajudou a elevar o índice do estado foi a distribuição de renda, já que essa foi uma das unidades da federação que apresentaram o maior crescimento de renda per capita. Tem também a menor população do país, com 514 mil pessoas no estado inteiro.

Um dos maiores destaques, contudo, foi a evolução dos estados do Centro-Oeste, especialmente Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, que ocupam a 3ª, 4ª e 5ª posição no ranking geral de desenvolvimento social, respectivamente.

Segundo Adriana, a melhora na região também aconteceu por causa do desempenho no mercado de trabalho. ?Há elevada participação no mercado, elevada taxa de ocupação e baixo desemprego?, explica.

Rio e São Paulo

Já São Paulo e Rio de Janeiro, os mais influentes estados do país, despencaram no ranking. Eles foram impactados principalmente pela desigualdade de renda, que evoluiu muito pouco na década.

São Paulo caiu 5 posições, indo do 2º lugar em 2004 para o 7º em 2014. Já o Rio de Janeiro perdeu 7 posições, saindo do 4º para o 11º lugar no mesmo período.

O Rio de Janeiro foi o Estado que teve o menor crescimento no índice: foi de 0,539 para 0,714, seguido por Santa Catarina (de 0,720 para 0,926), que sempre esteve na liderança, e São Paulo (de 0,585 para 0,793).

Veja o ranking de desigualdade social no país e as estatísticas que o compõem (total de pobres, desigualdade de renda e renda per capita):

Notícias

Parque Tecnológico da UFRJ lança Plano Estratégico 2016-2045

A Macroplan apoiou a elaboração de um Plano Estratégico com visão de longo prazo para o Parque Tecnológico da UFRJ. O trabalho pretende criar um modelo inovador de atuação, ampliando a atuação do Parque para além das suas limitações de espaço físico. “É uma mudança conceitual que terá impacto importante no portfólio de serviços a serem prestados aos centros de pesquisa e empresas. Nesse modelo, o que importa não é apenas a proximidade física das instalações, mas também a intensidade do relacionamento e arranjos de cooperação entre as empresas, qualquer que seja sua localização”, explica Rosane Ribeiro, consultora da Macroplan que acompanhou a conclusão do projeto.

Outro aspecto relevante do Plano Estratégico é a noção de que a diversidade é mais importante para a inovação do que a simples diversificação setorial. “A diversidade é uma visão mais ampla porque incorpora multiplicidade de setores, portes, culturas e beneficia o ecossistema de inovação do Parque”, avalia a consultora. Com esse Plano, o Parque Tecnológico da UFRJ pretende colaborar com o alcance de inovações de alto impacto para empresas de diversos portes e setores com o mesmo protagonismo com que já atua no setor de Óleo e Gás.

Essa proposta de atuação foi desenvolvida com base em cinco principais demandas, identificadas em um diagnóstico gerado pela equipe da Macroplan: necessidades de ampliação de serviços de alto valor agregado, promoção de conexões dos atores do ecossistema do Parque Tecnológico da UFRJ, intensificação da rede de parcerias, maior oferta de espaços compartilhados e melhorias na gestão.

Entre as iniciativas previstas no Plano Estratégico está a ampliação da contribuição socioambiental do Parque, mediante a inovação em temas de interesse ambiental.

“Destaca-se também o desenvolvimento de um ambiente que estimule a interação entre os atores do ecossistema de inovação e intervenções urbanas e feiras culturais e gastronômicas, entre outros”, antecipa Ribeiro.

Plano Estratégico foi elaborado com base em cenários prospectivos

Segundo a consultora, todo o Plano Estratégico foi construído “a quatro mãos”. A equipe do Parque Tecnológico da UFRJ foi capacitada a cada etapa do projeto para construir o conteúdo do juntamente com a Macroplan. Dessa forma, foram elaborados quatro cenários possíveis para o futuro da instituição. O cenário de referência escolhido pelo Parque para o ano de 2045 apresenta contexto socioeconômico favorável com ambiente favorável à inovação. Para alcançar esse cenário, no entanto, o Plano prevê como ponto de partida uma retração nos investimentos de PD&I, devido à estagnação econômica e baixa inserção internacional do Brasil. “Por volta dos próximos 10 anos, um lento crescimento da economia mundial apresenta um ambiente favorável à inovação que incentiva os empreendimentos de base tecnológica e cooperação com instituições financeiras internacionais. Nos 20 anos subsequentes, então, o Brasil deve apresentar um crescimento econômico expressivo e maior inserção internacional, além de políticas públicas de incentivo ao surgimento de novos negócios inovadores que favoreçam o ambiente de negócios”, projeta a consultora da Macroplan.

Notícias

CNI inicia atualização do Mapa Estratégico da Indústria

As mudanças ocorridas no ambiente econômico e político nos últimos anos, no Brasil e no mundo, impactaram fortemente o setor industrial. Para contextualizar o Mapa Estratégico da Indústria aos desafios atuais e futuros, a Confederação Nacional da Indústria decidiu atualizar o trabalho realizado em 2012.

A Macroplan, que apoiou a CNI na elaboração da versão original do Mapa Estratégico da Indústria, está novamente colaborando com a instituição para atualizar o conteúdo do trabalho. “Passaremos por várias etapas até chegar a uma versão final e atualizada. Inicialmente, fizemos uma atualização preliminar do capítulo que trata das principais tendências mundiais e nacionais com impacto na indústria, e uma primeira proposta de ajustes nos fatores-chave, temas prioritários e objetivos do Mapa”, explica Éber Gonçalves, consultor da Macroplan que acompanha o projeto com a CNI.

Em novembro, a equipe técnica de CNI reuniu-se para debater a atualização do Mapa Estratégico da Indústria. O diretor presidente da Macroplan, Claudio Porto, fez uma exposição sobre as tendências que impactam a indústria brasileira. “Diretores, gerentes e analistas de todas as áreas puderam apontar novas implicações dessas tendências e também propor a exclusão, inserção ou adequação de fatores-chave, temas prioritários e objetivos do Mapa Estratégico da Indústria”, relembra Gonçalves. Segundo ele, as sugestões dos participantes serão consideradas no aperfeiçoamento da proposta de ajustes para o Mapa.

No encontro, o diretor da Macroplan Gustavo Morelli apresentou a primeira proposta de ajustes do Mapa Estratégico da Indústria. Os participantes elaboraram um exercício de revisão da proposta de ajuste de temas prioritários e objetivos do fator-chave do Mapa Estratégico da Indústria e analisaram o quadro geral de fatores-chaves. O evento também contou com um painel mediado por José Augusto Fernandes, Diretor de Planejamento e Estratégia da CNI, com a participação de Leone Andrade e Marcelo Prim, ambos do Sistema Indústria.

Notícias

Brasil Central: integração é opção para ampliar competitividade

Na última reunião do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento do Brasil Central em 2016, governadores de quatro estados e o do DF, Rodrigo Rollemberg, aproveitaram para estreitar ainda mais os laços. Entre os temas, a possibilidade de compras compartilhadas, especialmente na saúde, entre as unidades da Federação participantes.

Durante o encontro, o diretor da Macroplan Gustavo Morelli mostrou os desafios dos estados, com base nos dados do estudo Desafios da Gestão Estadual, lançado pela consultoria recentemente. O recorte foi analisado com um destaque positivo: o Brasil Central hoje representa 10,4% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, maior porcentual já registrado. A região foi responsável por quase 80% do superávit da balança comercial brasileira em 2015.

De acordo com o estudo feito pela Macroplan, o Brasil Central está na terceira colocação entre as regiões na análise sintética dos 28 indicadores avaliados pelo IDGE, índice criado pelo estudo para medir a performance da gestão pública. ?O desafio da região é continuar a avançar especialmente nos campos da educação, infraestrutura e segurança para que em 2022 alcance os mesmos patamares das regiões Sul e Sudeste do país?, apontou Morelli durante a apresentação.

Conheça o estudo “Desafios da Gestão Estadual”

O diretor da Macroplan afirmou que ganhos contínuos de produtividade na gestão pública são fundamentais para acelerar os ganhos de competitividade da região, especialmente num ambiente de escassez de recursos. ?O momento é propício para inovações na gestão que ampliem a produtividade do gasto e a eficiência das políticas públicas. Há um déficit na gestão pública brasileira que permite ganhos em prazos relativamente curtos e o uso intensivo das tecnologias, inclusive de gestão, é chave neste processo?, avaliou Morelli.

A Macroplan foi a consultoria que apoiou a estruturação do consórcio Brasil Central desde a sua concepção até a sua efetiva implantação. Saiba mais

Foto e informações: site agenciabrasilia.df.gov.br

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Os estados mais e menos perigosos do Brasil

São Paulo lidera a lista de estados com as melhores taxas de segurança do Brasil. Em 10 anos, 19 estados pioraram seu desempenho no estudo

De acordo com estudo da consultoria Macroplan, São Paulo é o estado com o melhor índice de segurança do Brasil.

Para chegar a essa conclusão, e formar o ranking, a consultoria cruzou informações da taxa de homicídios com a taxa de óbitos por acidente de trânsito das 26 unidades federativas e o Distrito Federal em 2014. Quanto mais próximo de 1 for o índice do local, melhor é o seu desempenho.

Em São Paulo, que ficou com índice de 0,866, cerca de 13 pessoas são assassinadas por ano a cada grupo de 100 mil habitantes – a taxa é duas vezes menor do que a média nacional, de 29 mortes a cada cem mil.

Quem encabeça a segunda colocação no ranking dos estados mais seguros é o Amazonas, que ficou com o saldo de 0,761. O Rio Grande do Sul aparece em terceiro, com índice de 0,745.

Do outro lado, Mato Grosso foi o que recebeu o título do local mais perigoso do Brasil. A taxa de homicídio do estado está entre as 10 maiores do país: 42 mortes a cada 100 mil habitantes.

No quadro geral, boa parte dos estados brasileiros deixou a desejar. Em dez anos (2004-2014), 19 das 27 unidades da federação reduziram a sua nota no estudo. Ou seja, houve uma piora na área.

SEGURANÇA NO TRÂNSITO

O segundo indicador analisado pela consultoria revela que, por ano, 22 brasileiros em cada grupo de 100 mil morrem em acidentes de trânsito. Esse resultado, porém, não é dos melhores. O país da América do Sul com o melhor desempenho é o Chile. Por lá, a taxa de óbitos nas estradas é bem menor: 12 mortes a cada 100 mil habitantes.

O estado brasileiro que mais se aproxima da referência internacional é o Amazonas, onde a taxa é de 13 a cada grupo de cem mil. Já o Piauí, é o lugar onde a morte no trânsito é mais frequente: 40 óbitos a cada 100 mil piauienses – o dobro da taxa nacional.

Veja, no infográfico abaixo, quais são os estados mais seguros e mais perigosos do Brasil.

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Mato Grosso do Sul é o quarto estado com maior número de mortes em acidentes

Mortes no trânsito em MS estão acima da média nacional, aponta estudo

Mato Grosso do Sul é o quarto estado do país com maior número de mortes em acidentes de trânsito, com taxa de 33 óbitos por 100 mil habitantes. Dados são de estudo da consultoria Macroplan divulgado neste mês.

Estudo, intitulado ‘Desafios da Gestão Estadual 2016’, leva em conta dados de 2014.

Conforme o relatório, Mato Grosso do Sul fica atrás apenas do Piauí (40,8), Tocantins (40,0) e Mato Grosso (37,9), no ranking de estados com maior número de mortes no trânsito. Taxa sul-mato-grossense, de 33, é maior do que a média nacional, de 22 óbitos por 100 mil habitantes.

Estudo aponta também que a proporção de rodovias pavimentadas do MS está entre as piores do país, ocupando o 23º lugar entre os 27 estados, com 43,23% das rodovias pavimentadas, o que pode ter contribuído com os acidentes.

Em relação aos homicídios, resultado é positivo. Mato Grosso do Sul ocupa a sétima posição entre os estados com menores casos, com índice de 26,4 homicídios por 100 mil habitantes.

Segundo o estudo, entre 2004 e 2014 houve redução de 7,7% na taxa de homicídios no Estado, sendo a sexta maior queda entre todas as Unidades da Federação. No ranking, MS saiu da 19ª posição para a 7ª que ocupa atualmente.

Desde 2011, taxa de homicídios por 100 mil habitantes em MS é  inferior a média nacional.

No área de segurança, foram cruzadas informações da taxa de homicídio com taxa de óbitos por acidente de trânsito. Nesse quesito, Mato Grosso do Sul é o 17º estado com melhor índice de segurança do país.

Número também é positivo na comparação da última década. Em 2004, MS ocupava o terceiro lugar entre os mais perigosos do país.

No ranking geral do estudo, São Paulo aparece como o estado mais seguro, enquanto Mato Grosso é o mais perigoso do Brasil.

Notícias

Niterói: planejamento que dá resultados

Em pouco mais de três anos trabalhando com um modelo estruturado de planejamento e gestão, Niterói (RJ) tornou-se uma referência em administração pública Municipal no Brasil. Com foco em resolutividade, o trabalho desenvolvido pela prefeitura da cidade, em parceria com o Movimento Brasil Competitivo e com a Macroplan, contou com amplo apoio da sociedade civil e da iniciatvativa privada para  mudar radicalmente o panorama do município, a partir de 2013.

O envolvimento e a visão de diferentes perfis de cidadãos e atores sociais contribuíram para a delimitação de um pacote de ações estratégicas, pensado para conduzir o desenvolvimento de Niterói até 2033.

“Na política, vemos muitas iniciativas de curto prazo. Niterói conseguiu projetar um horizonte de quatro anos. A ideia é que o plano seja perene e a carteira de projetos seja renovada quando terminar esse período desta gestão” avalia Glaucio Neves, diretor da Macroplan.

O trabalho que vem sendo desenvolvido pela Prefeitura de Niterói foi destaque na Revista Brasil Mais. Confira aqui a reportagem na íntegra

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Amazonas é o penúltimo em ranking sobre a malha da Infraestrutura dos Estados

Manaus – O Amazonas é o penúltimo Estado no ranking dos que oferecem a melhor malha de infraestrutura do País, segundo o estudo da consultoria Macroplan ‘Desafios dos Estados’, divulgado, ontem, pela revista Exame, em seu site exame.abril.com.br. São Paulo lidera a primeira posição segundo o estudo, que revela um salto no setor na última década e constata que o Brasil ainda está longe de reverter anos de atraso em infraestrutura.

A nota do Amazonas no ranking da consultoria subiu de 0,258,   para 0,462, ao longo de dez anos, mas não para tirar o Estado do penúltimo lugar. O Piauí, que em 2004 estava em último lugar, ultrapassou o Amazonas ao ganhar cinco posições, e superou até o Pará. Em 2015, o Amazonas ganhou apenas do Amapá.

O levantamento mostra que todos os cinco primeiros do ranking são Estados do Sudeste e Sul, à exceção do Distrito Federal.

Avanço

Os números da Macroplan revelam um salto no setor na última década. Em 2004, a situação era crítica em 18 Estados, que marcavam uma taxa menor ou igual a 0,548, considerada crítica pelo estudo. Em 2014, apenas cinco estavam nessa situação. Os avanços estaduais nos últimos dez anos, contudo, não foram suficientes para tirar o Brasil do quadro de atraso no setor. Segundo cálculo da consultoria InterB para o anuário Exame de infraestrutura, o País precisaria investir R$ 340 bilhões  por 20 anos seguidos para chegar a um patamar de infraestrutura semelhante ao de países como Portugal.

Para chegar ao ranking, a Macroplan levou em conta o desempenho dos Estados em seis variáveis: proporção de rodovias pavimentadas, qualidade das rodovias, acesso à internet, domicílios com pelo menos um telefone fixo/celular, número de interrupções de fornecimento de energia elétrica por ano e horas por ano que os usuários passam sem acesso à energia elétrica.

O Distrito Federal é a Unidade da Federação com mais pessoas com acesso à internet (76% acessaram a web nos últimos três meses) e posse de telefone fixo ou celular (98,9% dos domicílios têm pelo menos um aparelho do tipo). No extremo oposto, está o Maranhão, onde apenas 31.8% dos moradores afirmam que utilizaram a internet nos últimos três meses e 77,7% dos domicílios possuem celular ou telefone fixo.

Energia elétrica

São Paulo é o Estado que teve apenas quatro interrupções do fornecimento de energia elétrica em 2014 que deixaram os consumidores oito horas sem luz. No Amapá, por sua vez, foram 58 interrupções e o número de interrupções foi de 58 e 70 horas anuais sem energia.

 

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Marconi cobra resultados de secretários sobre metas do Goiás Mais Competitivo

Mesmo reconhecendo o desempenho positivo de várias secretarias, o governador Marconi Perillo (PSDB) quer mais empenho de seus auxiliares, como forma de alcançar as metas fixadas em cada pasta. Ontem, durante reunião de avaliação do andamento do Programa Goiás Mais Competitivo, ele cobrou mais agilidade nas ações.

A reunião aconteceu na Sala de Situação do Governo, no 10º andar do Palácio Pedro Ludovico Teixeira (PPLT), em Goiânia, com a participação dos secretários e executivos públicos que integram o programa.

Na avaliação do governador, o programa avançou nos últimos dez meses, destacando a diligencia e agilidade de algumas secretarias, que alcançaram os resultados previamente fixados. Mas não ele não escondeu um certo grau de insatisfações com outras pastas, mas sem citar nomes. “Há ainda pendências, mas o fato é que estou seguro de que conseguiremos alcançar as metas estabelecidas até 2018?.

Para os auxiliarem que não têm conseguido um bom desempenho na execução das tarefas, ele recomendou que se esforcem, juntamente com suas equipes, para vencer eventuais obstáculos. ?Queremos todas as secretarias num mesmo ritmo”, pontuou.

Lançado em novembro de 2015, o Goiás Mais Competitivo tem por objetivo de criar uma agenda de atuação governamental para inserir o Estado entre os mais competitivos do Brasil. Para alcançar essa meta, até 2018, a execução dos projetos e metas em todas as suas áreas finalísticas e a situação dos principais indicadores são acompanhadas por uma central, com painéis interativos e dados em tempo real.

As metas foram definidas após um diagnóstico situacional realizado pela consultoria Macroplan, acompanhada pela Secretaria de Gestão e Planejamento (Segplan). Foram analisados indicadores do Estado, sendo 77 aprofundados, principalmente das áreas de Saúde, Educação e Segurança Pública. Deste estudo, saíram 15 programas prioritários. Agora, a maioria das ações está em fase de execução pelas secretarias, autarquias e empresas que integram o Goiás Mais Competitivo. O governador vem realizando reuniões periódicas de avaliação do desempenho de cada secretaria.

Benefícios

Na reunião, o governador salientou a importância de todas as secretarias atingirem suas metas. “Se cada uma das secretarias cumprir as metas, vamos garantir maior qualidade de vida para nossa população”, disse. Marconi também destacou que vai enviar ofícios nominais nos próximos dias para as pastas que precisarem adotar novas ações ou corrigir as já definidas. “Queremos todas num mesmo compasso”, friso

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Os estados com a melhor e a pior infraestrutura do Brasil

Estudo da Macroplan revela um salto no setor na última década – mas o Brasil ainda está longe de reverter anos de atraso em infraestrutura 

São Paulo – No ranking dos estados que oferecem a melhor malha de infraestrutura do país, São Paulo lidera (com folga) a primeira posição segundo o estudo da consultoria Macroplan ‘Desafios dos Estados’.

Com 93,5% de suas rodovias pavimentadas e o melhor desempenho no setor de energia e banda larga, o estado ficou com nota 0,958 em uma escala que vai de 0 a 1 em que quanto mais perto de 1, melhor a infraestrutura em um dado local. O Rio de Janeiro, que está em segundo lugar, ficou com nota de 0,848 – mais de 100 pontos a menos que os paulistas.

Os números da Macroplan revelam um salto no setor na última década. Em 2004, a situação era crítica em 18 estados, que marcavam uma taxa menor ou igual a 0,548, considerada crítica pelo estudo. Em 2014, apenas cinco estavam nessa situação.

O caso do Rio Grande do Norte é emblemático. A nota do estado avançou cerca de 40% na última década e o tirou da zona de desempenho crítico para o pelotão dos 10 estados com os melhores indicadores de infraestrutura do país.

O estado é o único da região nordeste a figurar entre os com as melhores notas nessa área.

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CE sobe 3 posições em ranking de infraestrutura

Estado saiu do 15º lugar no País para o 12º. No Nordeste, o Ceará é o 3º, atrás do Rio Grande do Norte e da Paraíba

Em dez anos, o Ceará subiu três posições no ranking nacional de infraestrutura. Em 2004, ocupava o 15º lugar, saltado para a 12º colocação em 2014. Os dados são do estudo Desafios da Gestão Estadual (DGE), realizado pela consultoria Macroplan, especializada em cenários futuros e gestão pública. Neste quesito, o Estado é o terceiro da região Nordeste, atrás do Rio Grande do Norte (8º) e da Paraíba (11º).

Apoiado pelo Movimento Brasil Competitivo (MBC), o estudo analisa nove áreas de resultados (educação, saúde, segurança, juventude, infraestrutura, desenvolvimento econômico, desenvolvimento social, condições de vida ? e ainda a gestão fiscal) em um conjunto de 28 indicadores e de forma comparativa entre as 27 unidades da Federação.

No ranking geral, o Ceará melhorou de posição em dez indicadores analisados e tem o 15ª melhor desempenho do País. Em 2004, ocupava a 18ª posição. Dos 28 indicadores, o Estado conta com o melhor resultado em qualidade da energia, sendo o 2º colocado, atrás de São Paulo. O cálculo leva em consideração o número e as horas de interrupções no fornecimento do serviço. No quesito proporção de rodovias pavimentadas e qualidade da malha viária, o Estado é o 13º colocado do ranking nacional. Em acesso à internet e à telefonia, ocupa as 23ª e 21ª posições, respectivamente.

Em relação ao desenvolvimento econômico, de 2004 para 2014, o Ceará saltou apenas uma colocação no ranking nacional, saindo do 21º para 20º lugar, um das piores do País. No Nordeste, é o 4º, perdendo para Sergipe (16º), Pernambuco (17º) e Piauí (19º).

Nos quesitos Produto Interno Bruto (PIB) per capita, taxa de desemprego e informalidade, o Estado aparece na 23ª, 14ª e 21ª posições, respectivamente.

Estratégias

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Os Estados onde a condição de saúde é melhor no Brasil

Um estudo da consultoria Macroplan constatou que Santa Catarina, no Sul do país, é o estado brasileiro que oferece as melhores condições de saúde.

Isso se justifica com dois índices: a mais alta expectativa do país – 78,5 anos – e a menor taxa de mortalidade infantil do Brasil: a cada mil bebês nascidos vivos no estado, 10,1 morrem antes de completar 12 meses de vida. O índice considerado como aceitável pela Organização Mundial da Saúde (OMS), no entanto, é de dez mortes para cada mil nascimentos.

O ranking elaborado pela Macroplan cruzou informações da mortalidade infantil com a expectativa de vida dos 26 estados e Distrito Federal para definir uma taxa de melhores condições de saúde no país. Quanto mais próximo de 1, melhor é o desempenho do local.

Atrás de Santa Catarina, que encabeça o primeiro lugar com o índice máximo de 1,0, está o Rio Grande do Sul, com 0,931 e o Espírito Santo (ES), com 0,921.

EXPECTATIVA DE VIDA MAIS ALTA

No quadro nacional, a expectativa de vida tem avançado nos últimos anos. Em uma década (2004-2014), o brasileiro ganhou 3,5 anos a mais de vida. O Espírito Santo lidera no aumento da esperança de vida ao nascer – nesse período, os capixabas ganharam 4,6 anos a mais.

Já no ranking geral, o Distrito Federal  e Espírito Santo aparecem em segundo e terceiro lugar na lista de onde se vive mais no Brasil. Em contrapartida, os habitantes do Maranhão (MA) têm a menor expectativa de vida do país, de 70 anos.

Apesar dos avanços, a condição de saúde do Brasil ainda não é das melhores. Mesmo o nosso melhor desempenho, registrado em Santa Catarina, com 78,4 anos, fica atrás do índice da expectativa de vida no Chile, de 81,2 anos.

AS MENORES TAXAS DE MORTALIDADE INFANTIL

De 2004 para 2014, a taxa de mortalidade infantil  no Brasil foi cortada de 18,7 para 15,7 para cada mil nascidos vivos.

Concentradas majoritariamente na região Norte do país, 15 unidades da federação apresentam taxas de mortes de crianças de até 1 ano da média nacional de 12,9 óbitos para cada mil nascimentos.

Roraima apresenta os números mais alarmantes. Por lá, o índice de bebês que morrem antes do primeiro aniversário é de 20,2 para cada mil nascidos vivos – mais que o dobro do que é considerado aceitável pela OMS. No saldo de dez anos (2004-2014), o estado foi o único em todo o país que não conseguiu reduzir a proporção de óbitos nessa faixa de idade.

Veja, no infográfico, o ranking dos estados com os melhores indicadores de saúde do Brasil ( neste link: https://infogr.am/8d901969-b83e-4945-89d8-b17932b4aa3d